Neuroaprendizagem

05/09/2019

Neuroaprendizagem

Estamos vivenciando uma década inovadora no que se refere à velocidade das informações. Conseguimos obtê-las por meio dos mais diferentes meios de comunicação e, com isso, o nosso cérebro recebe uma quantidade imensa de dados para ser processados e armazenados.

Augusto Cury, em seu livro Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas, cita que “uma criança de 7 anos provavelmente tem mais informações hoje do que um imperador romano tinha quando dominava o mundo”.

Porém, nem tudo aquilo que vemos, lemos ou ouvimos realmente é absorvido e aprendido pelo nosso cérebro. E aí surge a questão: Como fazer para que o nosso cérebro aprenda tudo que realmente é importante?

É isso o que venho estudando no curso de pós-graduação em Neuroaprendizagem.

O objetivo do curso é saber como o cérebro aprende e como desenvolver atividades em sala de aula que possibilitem realizar as conexões neurais e sinapses, que proporcionem uma aprendizagem significativa.

Além disso, aprendi que o cérebro armazena informações enquanto dormimos, logo, podemos perceber a importância do tempo adequado de descanso para uma boa aprendizagem. Também tenho estudado sobre o fato de existirem diferentes tipos de inteligência, relacionadas às diversas formas de como o estudante aprende respeitando e aprimorando as suas habilidades cognitivas, como a linguagem, a capacidade de raciocinar, memorizar, concentrar-se, abstrair, entre outras.

Fabiana Andrade, Professora de Matemática do 6º ano

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