Por um Brasil menos desigual

Por um Brasil menos desigual

Em maio celebramos um marco na história do Brasil – a abolição da escravatura em 1988. Mas a tão sonhada liberdade abriu suas grandes asas sobre todos aqueles e aquelas que por ela clamavam?

A partir do poema “Me gritaram negra”, de Victoria Santa Cruz, da música “A carne”, de Elza Soares, da notícia “Futebol e racismo para além das quatro linhas do campo”, da UnB Notícias e do dado estatístico da UNICEF que aponta que 9 em cada 10 adolescentes e jovens assassinados em Salvador são negros, os alunos do 7° ano discutiram sobre as desigualdades no Brasil.

Além das questões étnico-raciais, foram analisados dados relacionados ao desemprego, à desigualdade de gênero, ao acesso à educação, à moradia e ao saneamento básico.

Ao final das atividades, os alunos foram desafiados a elaborar, em grupos, propostas que pudessem contribuir para a redução das desigualdades existentes no país.

Confira algumas propostas:

Aumentar os investimentos em educação pública de qualidade, principalmente nas regiões mais pobres do país. Muitas crianças e jovens não conseguem ter acesso a escolas bem estruturadas, professores valorizados e recursos tecnológicos. Com mais investimento, seria possível oferecer ensino de qualidade, cursos profissionais e acesso à Internet, preparando os estudantes para o mercado de trabalho e reduzindo as diferenças sociais ao longo do tempo.

– Bianca, Lorena, Gabriela e João

Em comunidades o governo faria uma parceria com uma empresa de energia sustentável, onde as pessoas que moram nessa comunidade poderiam ser treinadas para instalar as placas solares em casas mais precárias de famílias, onde iria ter mais dinheiro para investir nos estudos e no básico de casa, e poderiam gastar menos dinheiro com energia.

– Alice, Igor, Helena e Gabriela

Construção nas universidades de bons funcionários que fazem as empresas serem maiores. Grandes empresas ganham bastante dinheiro, por isso, desenvolvem várias ONGs, ajudando a população em situação precária com cestas básicas e sacolinhas de Natal, como se faz aqui no Colégio Emilie, ajudando pessoas a sair das ruas ou periferias.

– Sophia, Lorenzo, Leonardo e Antônio

A prefeitura faria um cadastro das famílias que mais precisam de ajuda em questão alimentar, assim, criariam um cartão tipo alimentação que funcionaria em mercados para dar grandes descontos. A prefeitura fiscalizaria para garantir que os benefícios fossem usados realmente por quem precisa.

– Beatriz, Giovana, Ariany e Arthur

 

Luciana Souza, Professora de Geografia

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